Delegacia não identificou novos elementos que permitissem a reabertura do caso; o crime ocorreu em novembro de 2014

A 7ª Promotoria de Justiça da Comarca de Catalão mantém o arquivamento do Procedimento de Gestão Administrativa, instaurado para analisar novas diligências sobre o homicídio de Maria Gomes de Carvalho, de 57 anos, conhecida como “Marlene”, ocorrido em 25 de novembro de 2014, no município de Davinópolis, Goiás. A decisão foi tomada após a Polícia Civil informar que não foram encontradas provas suficientes para a reabertura da investigação.
Marlene foi assassinada a facadas dentro de sua casa enquanto assistia TV no sofá. Ela foi surpreendida por um invasor que desferiu sete golpes de faca contra seu peito, sem lhe dar qualquer chance de defesa. Além disso, seu corpo apresentava sinais de violência sexual, indicando que o assassino também poderia ser um estuprador.
O caso, registrado em inquérito policial, havia sido arquivado anteriormente por ausência de autoria. Com o surgimento de novas declarações prestadas à Promotoria, o Ministério Público solicitou à Polícia Civil a análise dos depoimentos e a realização de diligências adicionais. No entanto, segundo relatório da Subdelegacia de Polícia de Davinópolis, as investigações não trouxeram elementos que pudessem levar à identificação dos responsáveis pelo crime.
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Diante desse cenário, o promotor Renner Carvalho Pedroso concluiu que não há base para prosseguir com a apuração. “A instauração de investigação formal sem justa causa, baseada em meras suposições, constitui atitude temerária, que deve ser evitada pelo Órgão Ministerial”, destacou no despacho.
Com a decisão, foram determinadas a publicação do despacho no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público do Estado de Goiás e arquivamento do presente Procedimento de Gestão Administrativa.











