Ação foi realizada pelo 18º BPM, sob o comando do 9º Comando Regional da Polícia Militar; equipamentos teriam sido trocados por drogas

Uma ação rápida da equipe do 18º Batalhão da Polícia Militar, subordinado ao 9º Comando Regional da Polícia Militar, resultou na prisão de um homem suspeito de furtar dois notebooks da Santa Casa de Misericórdia de Catalão, nesta quarta-feira (26). Outros dois homens também foram detidos por receptação.
De acordo com a corporação, o gestor da unidade hospitalar acionou a PM após constatar o furto de dois notebooks da sala de faturamento — um da marca HP e outro da marca Acer. O autor teria arrombado uma janela para acessar o interior do prédio.
As imagens do sistema de monitoramento registraram o momento em que o suspeito pula o muro da unidade por volta das 20h56 e entra no local. Após diligências e análise das câmeras, os militares identificaram o autor, que já possui antecedentes por furto qualificado.
Ele foi localizado no bairro Primavera e confessou o crime. Segundo relato à polícia, os notebooks foram vendidos por R$ 50 cada, sendo o pagamento feito em porções de crack.
Durante a continuidade das diligências, os policiais chegaram aos dois homens apontados como compradores dos produtos furtados. Em uma das residências, foi localizado um aparelho celular Samsung Galaxy A51 com registro de furto ocorrido no dia anterior, no bairro das Américas. O aparelho foi recuperado.
Os três envolvidos foram conduzidos ao distrito policial para os procedimentos cabíveis. Um veículo utilizado por um dos detidos também foi apreendido e encaminhado ao pátio do 18º BPM por irregularidades administrativas.
Receptação alimenta o ciclo do crime
A Polícia Militar reforça que a compra de produtos sem procedência é crime e contribui diretamente para o aumento de furtos.
Segundo a corporação, enquanto houver quem adquira objetos de origem ilícita, haverá quem pratique o furto para abastecer esse mercado ilegal. A orientação é que a população exija nota fiscal e desconfie de valores muito abaixo do mercado, evitando assim fortalecer, mesmo que indiretamente, a criminalidade.











