Ponte Quinca Mariano interditada: veja as rotas alternativas entre Uberlândia e Caldas Novas

A partir de agosto, motoristas terão que fazer desvios durante a reforma da ponte na divisa entre Minas Gerais e Goiás. Confira os trajetos mais rápidos e as opções indicadas pela Goinfra.

Ponte na divisa entre Minas e Goiás será interditada a partir de 15 de julho — Foto: TV Integração/Reprodução

Os motoristas que pretendem viajar entre Uberlândia e Caldas Novas  precisarão mudar o trajeto. A partir de 1º de agosto, a ponte Quinca Mariano, sobre o Rio Paranaíba na GO-139, na divisa entre Minas Gerais e Goiás, será totalmente interditada para a continuidade das obras de recuperação e reabilitação estrutural.

A estrutura é uma das principais ligações entre os dois estados e o acesso mais utilizado por moradores do Triângulo Mineiro que seguem para a cidade turística de Caldas Novas. Com a interdição, a viagem exigirá desvios que aumentam a distância e o tempo de deslocamento.

Segundo a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), as obras começam de forma gradual ainda neste mês, quando o tráfego será mantido no sistema pare e siga. Já a interdição total está prevista para após o período de férias escolares.

Para quem sai de Uberlândia com destino a Caldas Novas, a principal rota alternativa passa por Araguari , Cumari (GO) e Nova Aurora (GO). O percurso tem aproximadamente 235 quilômetros e leva cerca de 3h30, sendo considerado o trajeto mais rápido durante a interdição.

Outra opção é seguir por Itumbiara, passando por Buriti Alegre e Água Limpa. Nesse caso, o percurso aumenta para cerca de 300 quilômetros, com tempo estimado de aproximadamente 4h30 de viagem.

No trajeto mais rápido, que utiliza a ponte Quinca Mariano, a viagem entre Uberlândia e Caldas Novas levava cerca de 2h40.

Rotas alternativas entre Uberlândia e Caldas Novas

Para ajudar os motoristas que precisarão mudar o caminho durante a interdição da ponte Quinca Mariano, o g1 simulou no Google Maps as rotas indicadas pela Goinfra. Veja, abaixo, como fazer cada percurso.

Rota mais rápida: via Araguari, Cumari e Nova Aurora

  • Esta é a alternativa mais indicada para quem sai de Uberlândia com destino a Caldas Novas. O motorista deve seguir pela BR-050 em direção a Araguari.
  • Logo após o posto fiscal na divisa entre Minas Gerais e Goiás, antes do acesso à ponte interditada, é necessário entrar no trevo da GO-305, em direção a Cumari.
  • Depois, basta seguir pela GO-305, passando por Cumari até Goiandira. No município, o motorista deve acessar a GO-210, sentido Nova Aurora.
  • Após passar pela cidade, o trajeto continua pela GO-139, em direção a Corumbaíba , na sequência, Caldas Novas.

Rota alternativa: via Itumbiara

  • Essa rota é bastante utilizada por quem prefere caminhos alternativos via BR-153, embora aumente consideravelmente o tempo de viagem. Saindo de Uberlândia, o motorista deve seguir pela BR-050 até Araguari. Em seguida, acessar a MG-223, em direção a Tupaciguara.
  • Depois, o trajeto continua pela MG-452 até o entroncamento com a BR-153, cruzando a divisa com Goiás rumo a Itumbiara.
  • A partir de Itumbiara, o percurso segue pela GO-309, passando por Buriti Alegre e Água Limpa.
  • Depois, basta acessar a GO-139, passando por Marzagão, até chegar a Caldas Novas.

As duas rotas também podem ser utilizadas no sentido contrário, por motoristas que saem de Caldas Novas com destino a Uberlândia.

Ponte ficará interditada por cerca de 1 ano

Segundo a Goinfra, responsável pela intervenção, o Governo de Goiás vai investir R$ 25,9 milhões na obra, que tem previsão de execução de até 12 meses.

As obras terão início de forma gradual em 15 de julho, com o tráfego mantido no sistema de pare e siga. A interdição total da estrutura ficou prevista para 1º de agosto, após o período de férias, quando os motoristas deverão utilizar rotas alternativas durante o avanço dos serviços.

De acordo com a Goinfra, os serviços de reforma na estrutura incluem:

  • substituição de aparelhos de apoio
  • recuperação de juntas de dilatação
  • reforço estrutural por protensão complementar
  • adequação do sistema de drenagem
  • renovação da pavimentação

As intervenções serão realizadas em pontos considerados estratégicos ao longo de toda a estrutura.

Outras rotas alternativas à ponte Quinca Mariano

A Goinfra orienta que os motoristas consultem os desvios antes de viajar e redobrem a atenção nos trechos com alterações de tráfego. Veja outras rotas alternativas divulgadas pela agência goiana:

Saindo de Corumbaíba

  • Corumbaíba – Nova Aurora – Cumari – Araguari (MG)
  • Corumbaíba – Buriti Alegre – Itumbiara – Tupaciguara (MG) – Araguari (MG)

Saindo de Goiânia a Araguari

  • Goiânia – Pires do Rio – Ipameri – Catalão – Araguari
  • Goiânia – Morrinhos – Itumbiara – Tupaciguara (MG) – Araguari (MG)

A orientação é respeitar a sinalização provisória e definitiva implantada nas rodovias durante o período das obras.

Problemas antigos na estrutura

A ponte, com 1.153 metros de extensão e 10,40 metros de largura, foi construída em 1975 pela Furnas Centrais Elétricas e recebe diariamente cerca de 15 mil veículos. A estrutura antiga apresenta deterioração nas juntas de dilatação, falhas no pavimento e outros problemas apontados por especialistas.

Em alguns trechos, buracos chegaram a expor o Rio Paranaíba. Também havia queixas sobre remendos feitos com massa asfáltica, considerados inadequados por especialistas devido ao aumento da vibração provocada pela passagem de veículos pesados.

De acordo com a agência goiana, muitos condutores reduzem a velocidade ao passar pelo local e, em alguns casos, chegam a invadir a contramão para desviar dos danos existentes na pista.

Em novembro de 2025, o Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) e a Goinfra firmaram um termo de cooperação para desenvolver ações conjuntas de melhoria da infraestrutura viária enProblemas antigos na estrutura

A ponte, com 1.153 metros de extensão e 10,40 metros de largura, foi construída em 1975 pela Furnas Centrais Elétricas e recebe diariamente cerca de 15 mil veículos. A estrutura antiga apresenta deterioração nas juntas de dilatação, falhas no pavimento e outros problemas apontados por especialistas.

Em alguns trechos, buracos chegaram a expor o Rio Paranaíba. Também havia queixas sobre remendos feitos com massa asfáltica, considerados inadequados por especialistas devido ao aumento da vibração provocada pela passagem de veículos pesados.

De acordo com a agência goiana, muitos condutores reduzem a velocidade ao passar pelo local e, em alguns casos, chegam a invadir a contramão para desviar dos danos existentes na pista.

Em novembro de 2025, o Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG) e a Goinfra firmaram um termo de cooperação para desenvolver ações conjuntas de melhoria da infraestrutura viária entre os dois estadostre os dois estados.

Com informações: G1 Triângulo e Alto Paranaíba