Após goleada por 3 a 0 para o Atlético Goianiense, presidente da ABECAT Ouvidorense, Diego Hilário, critica falta de coragem da equipe e diz que “é impossível a classificação”

Após o revés em casa, dirigente afirma que o time sentiu a pressão, cobra postura em jogos decisivos e admite cenário praticamente irreversível contra o Atlético Goianiense; para o presidente da ABECAT Ouvidorense, Diego Hilário, a equipe precisa reagir para manter o calendário competitivo.

(Foto: Zap Catalão)

A ABECAT Ouvidorense foi derrotada por 3 a 0 na noite desta quinta-feira (12), ao enfrentar o Atlético Goianiense no Estádio Luiz Benedito, em Ouvidor. O resultado frustrou a expectativa da equipe mandante, que atuou diante da torcida em um confronto considerado decisivo na competição.

Após a partida, o presidente do clube, Diego Hilário, falou com exclusividade à reportagem em entrevista ao repórter Matheus Almeida, do Zap Catalão, e fez duras críticas ao desempenho da equipe.

Segundo o dirigente, o cenário após a derrota praticamente elimina as chances de avanço:

“Háaa eu não estou aqui para passar pano ou enganar torcedor não. Do jeito que está, é impossível a classificação. Não tivemos coragem de jogar. Faltou coragem. Teve jogador que, quando viu o tamanho do jogo, sentiu a pressão, imagina na hora que pisar no Antônio Accioly vai tremer tudo” afirmou.

O presidente também reconheceu que a responsabilidade não se limita apenas aos atletas.

“Dentro de campo faltou coragem e fora também. Quem tinha que mexer no time também não teve coragem. A realidade é essa. Hoje não tivemos postura para um jogo grande.”

Apesar do tom crítico, Diego destacou a evolução recente do clube e os resultados conquistados nas últimas temporadas.

“A ABECAT tem só dois anos na primeira divisão do Goiano. Ano passado classificamos em oitavo e garantimos Série D. Este ano avançamos em quinto. Vacilamos, poderíamos ter ido melhor. A história construída não se apaga por causa de um jogo.”

Por fim, ele afirmou que o foco agora é reagir para manter o calendário competitivo.

“Tem jogador que, em jogo grande, acaba sendo pequeno. Futebol não tem espaço para quem não tem coragem. Vamos fazer o possível para resgatar isso e buscar nosso objetivo, que é garantir calendário para o ano que vem.”

Mesmo com a goleada sofrida em casa, a diretoria mantém o discurso de reconstrução e aposta em reação nas próximas partidas para seguir brigando por vaga nacional.