Chuvas intensas devem atingir Goiás nesta segunda-feira, aponta Cimehgo

Estado amanheceu com alta concentração de nebulosidade e previsão indica pancadas de chuva ao longo do dia, com risco de alagamentos, descargas elétricas e rajadas de vento.

Goiás deve enfrentar pancadas de chuva ao longo desta segunda-feira (16), com possibilidade de volumes elevados em algumas regiões. A previsão é do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo), que aponta a formação de áreas de instabilidade provocadas pela grande quantidade de umidade presente na atmosfera.

De acordo com a análise de imagens de satélite, uma extensa faixa de nebulosidade se estende da região amazônica, passando pelo Mato Grosso e Goiás, até o Sudeste do Brasil, favorecendo a ocorrência de chuvas em vários estados.

Segundo os meteorologistas, o estado amanheceu com céu bastante nublado, e a combinação da umidade com o aquecimento ao longo do dia deve intensificar a formação de nuvens carregadas.

A previsão indica que as chuvas devem ocorrer de forma intermitente, ou seja, com períodos de pausa ao longo do dia. Em alguns pontos isolados, os volumes podem ser mais elevados, enquanto em outros municípios a precipitação deve ocorrer com menor intensidade.

Os especialistas destacam ainda que o período da tarde concentra maior probabilidade de temporais, quando a instabilidade atmosférica tende a aumentar.

Diante desse cenário, órgãos meteorológicos alertam para a possibilidade de alagamentos, elevação do nível de rios e córregos, quedas de árvores e interrupções no fornecimento de energia elétrica, causadas por descargas elétricas e rajadas de vento associadas às chuvas.

A recomendação é que a população redobre a atenção, especialmente em áreas conhecidas por histórico de alagamentos ou deslizamentos.

As informações foram divulgadas pelo Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo), ligado à Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), com base em análises do professor Rafael de Ávila Rodrigues, do Laboratório de Climatologia do IGEO/UFCAT.