Operação conjunta entre Polícias Civis de Catalão e do Espírito Santo resulta na prisão de investigado suspeito de exploração s3xu4l infantil

Homem de 26 anos foi localizado no Espírito Santo após investigação da Polícia Civil de Goiás; caso envolve ameaças contra adolescente de 11 anos

(Foto: Reprodução/Vídeo-PC)

A Polícia Civil de Goiás, por meio da equipe da 2ª Delegacia de Polícia de Catalão/9ª DRP, prendeu preventivamente um homem de 26 anos suspeito de exploração s3xu4l infantil. A prisão ocorreu na quarta-feira (18), na cidade de Cariacica, no Espírito Santo, durante uma operação conjunta com a Polícia Civil daquele estado.

Segundo a Polícia Civil, o investigado é suspeito de praticar crimes previstos no artigo 240 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que trata da produção e do compartilhamento de imagens e vídeos de cunho s3xu4l envolvendo crianças ou adolescentes. As investigações tiveram início após o registro de uma ocorrência relatando que um adolescente, de 11 anos, teria sido induzido a enviar imagens e vídeos íntimos mediante ameaças.

De acordo com a apuração, o suspeito utilizava diferentes números de telefone e perfis falsos em redes sociais, inclusive se passando por mulheres, para abordar crianças e adolescentes. Após obter o material, ele ameaçava divulgar o conteúdo, forçando as vítimas a continuarem enviando novas imagens, caracterizando um esquema de coação e 4busO.

A Polícia Civil informou ainda que as investigações identificaram registros de ocorrências semelhantes atribuídas ao suspeito em cidades do estado de São Paulo e também no Espírito Santo, onde há histórico anterior de assédio s3xu4l contra menor. Com base nas provas reunidas, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva, que foi deferida pelo Poder Judiciário.

Após ser preso, o investigado foi encaminhado ao sistema prisional do Espírito Santo, onde permanece à disposição da Justiça de Goiás. A Polícia Civil destacou que a divulgação da identidade e da imagem do suspeito foi autorizada conforme a legislação vigente e tem como objetivo contribuir para o esclarecimento dos fatos e a identificação de outras possíveis vítimas.

Confira entrevista com a delegada responsavel pelo caso, Marcela Magalhães: